Esta visita ao Aquário, lembrou-me o fotógrafo, designer e aquariofilista Takashi Amano, ( exposição temporária no Oceanário de Lisboa), cujos trabalhos se podem ver AQUI.
Tuesday, 16 February 2016
Paisagens aquáticas
No domingo visitei o Aquário Vasco da Gama, com o grupo Foto e Sketchers 2". Anos e anos desde que o visitara pela última vez, e associava-o ainda a um espaço de silêncios. No domingo isso não aconteceu, com as famílias aos atropelos, e a chamarem alto pelas crianças que corriam e gritavam. Tenho de lá voltar, para poder apreciar aquelas paisagens aquáticas, miniaturizadas em aquários ao longo dos corredores. Há também a colecção do Rei Dom Carlos, nomeadamente a de Malacologia. Tenho de lá voltar.
Thursday, 11 February 2016
Todos em curto-circuito
Comecei o dia com a proposta do André Duarte Baptista e do Pedro Alves. Começar pela mancha, e depois a linha. Um pequeno pormenor de que gosto muito.
Depois foi o desenho cego e semi-cego, com a Rita Caré e o Pedro Loureiro. Agrada-me sempre, às vezes resultam muito bem, e sempre sempre descontrai bastante. Devia ter começado o dia com este !
A terminar desenhei, em modo semi-cego, algumas das pessoas presentes.
Depois do almoço, tomei um café numa esplanada - sim estava um dia de sol - com vista para o Tejo. E recomeçámos.
A proposta da Jeanne Waltz e do Francesco A. Milanese, era um desenho com 3 planos do mais escuro ao mais claro.
A seguir foi a vez das propostas da Alexandra Belo e do Vítor Mingacho: não entendi muito bem as propostas, mas a sala era ampla e tinha uma luz muito agradável que se filtrava através das grandes janelas com vista para o rio. Escolhi este.
E a terminar, aqueles exercícios que considero sempre difíceis: construir os objectos a partir das sombras - proposta do Filipe Almeida e do Luís Frasco. Em dois exercícios, este foi o que resultou melhor.
Tuesday, 2 February 2016
Caminhar... trajecto... continuidade...
Estas foram as palavras da Clara Nubiola quando deu início à sua apresentação e, ao que nos propunha para a manhã de sábado. Caminhar pela minha cidade, numa manhã de sol é sempre agradável. Em boa companhia e para desenhar, ainda melhor. Percorremos uma zona que eu pensava conhecer bem, mas onde descobri novos cantos e recantos.
E os desenhos de 10 minutos sem ter tempo para colorir, deixaram no meu caderno um registo das várias paragens, onde escolhi o que me chamava mais a atenção, não me preocupando com os "bons" resultados.
Ficou, no caderno, uma narrativa desenhada para uma memória da cidade.
E os desenhos de 10 minutos sem ter tempo para colorir, deixaram no meu caderno um registo das várias paragens, onde escolhi o que me chamava mais a atenção, não me preocupando com os "bons" resultados.
Ficou, no caderno, uma narrativa desenhada para uma memória da cidade.
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