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| A chegada |
Sunday, 23 April 2017
Monday, 20 March 2017
A Primavera chegou
A Primavera chegou à Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços numa tarde organizada em colaboração com L1B - Associação Cultural
Fomos muito bem recebidos pela Carla Costa do Ecomuseu do Seixal e visitámos a fábrica acompanhados pelo guia Sr.Francisco - antigo empregado -, que nos explicou e mostrou como se fabricava a pólvora. Esta Fábrica da Pólvora como património industrial, tem de único em relação a outros museus com o mesmo cariz, o facto de ter as máquinas a funcionar para as visitas guiadas.
A Tipografia Popular colaborou oferecendo postais, em papel de aguarela para podermos desenhar e enviar. Os meus já seguiram hoje no correio.
Depois da visita, percorremos os terrenos da fábrica, sempre acompanahdos pelo Sr. Francisco e agora também pela Manuela Rolão, da L1B, passando pelas hortas que os empregados cultivavam, pelas árvores de frutos, observando toda a flora que começava a despontar. Só depois nos sentámos, em amenas conversas e trocas de conhecimentos, desenhando, aguarelando, e guardando as flores que recolheramos.
Tuesday, 20 December 2016
Encontro de Natal - Desenhar em Família
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| Manhã de Outono. |
O Encontro foi no Museu Leonel Trindade, com visita guiada à Exposição "As Histórias do Zambujal: 50 anos do Instituto Arqueológico Alemão em Torres Vedras".
Como a exposição era sobre uma temática que desde sempre me fascinou, preenchi o caderno, que levara com essa finalidade, com desenhos e registos da mesma, deixando os Claustros do Convento da Graça para uma próxima visita.
Thursday, 17 November 2016
Marionetas no Museu
Ao percorrer o Museu das Marionetas, podemos verificar, através dos diversos objectos expostos, que a manipulação das marionetas pode ser executada de várias formas. Também as marionetas podem ser espectáculos simples com apenas uma pessoa e duas marionetas (chamávamos-lhes fantoches, quando os víamos no Verão pelas praias), ou mais complexos com música e dança, aproximando-se das performances. Mas em casa, com um boneco, qualquer um de nós pode imaginar e criar uma história.
Saturday, 5 November 2016
Em busca das memórias da minha infância
Fui ao Coliseu dos Recreios em Lisboa, desenhar com os Urban Sketchers, não porque seja o tipo de desenho que mais gosto, mas à procura das memórias da minha infância. E não só. Também assisti a muitos concertos memoráveis. Entre eles o inesquecível espectáculo de despedida do Zeca Afonso. Ainda hoje me recordo de todas as emoções sentidas. E outros concertos extraordinários, embora não tão emotivos.
Quando era pequena ia, com os meus pais e irmãos, ao Circo, e ficávamos sempre num dos camarotes de 1ª ordem. Na memória pensava que era o 2º à direita da presidência, a minha irmã Margarida ( dois anos menos que eu) diz que era ao lado. Gostava muito das trapezistas, e havia mesmo alguns números sem rede. O perigo espreitava, mas alguma pergunta, mais perto da realidade, era adoçada pelas palavras confortantes dos pais. Lembro-me de um espectáculo mesmo na cúpula que me ficou na memória: um homem, subia por uma corda, e havia uma roda gigante, também me recordo dos leões e, de uns palhaços espanhóis vestidos de amarelo às riscas pretas que me fizeram rir. Não gosto de palhaços, e até me assustavam um pouco.
Quando era pequena ia, com os meus pais e irmãos, ao Circo, e ficávamos sempre num dos camarotes de 1ª ordem. Na memória pensava que era o 2º à direita da presidência, a minha irmã Margarida ( dois anos menos que eu) diz que era ao lado. Gostava muito das trapezistas, e havia mesmo alguns números sem rede. O perigo espreitava, mas alguma pergunta, mais perto da realidade, era adoçada pelas palavras confortantes dos pais. Lembro-me de um espectáculo mesmo na cúpula que me ficou na memória: um homem, subia por uma corda, e havia uma roda gigante, também me recordo dos leões e, de uns palhaços espanhóis vestidos de amarelo às riscas pretas que me fizeram rir. Não gosto de palhaços, e até me assustavam um pouco.
Tuesday, 25 October 2016
Thursday, 20 October 2016
Aulas de Aguarela
Neste ano lectivo, porque ainda o penso sempre assim, em termos de resoluções, decidi que queria mesmo aprender umas bases de aguarela. Para aplicar nos diários gráficos, na ilustração científica de botânica, e também para pintar ocasionalmente umas paisagens.
Hoje, técnicas húmidas ( com papel molhado na frente e verso)
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| 18 Outubro |
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